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 © Instagram

 Internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 8 de maio, Marcelo Rezende está incomunicável e preocupa boa parte da equipe da Record.

Querido pelos colegas de trabalho e também pelo público, o jornalista deixou o clima no canal bastante tenso ao relevar a gravidade de sua doença.

Para quem não viu, o apresentador do "Cidade Alerta" revelou estar com câncer no pâncreas, em conversa com o "Domingo Espetacular".

Segundo o jornal "O Dia", da empresa apenas o vice-presidente Marcelo Silva conseguiu acesso ao veterano. Foi ele, aliás, quem negociou a entrevista ao dominical.

Além disso, os cinco filhos de Rezende estão na capital paulista para acompanhar de perto a internação do pai.

Fonte/MSN Notícias

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Os alunos foram recebidos no plenário da câmara municipal para conhecerem os trabalhos do executivo e legislativo.Na ocasião, o prefeito Carlos César e o presidente da câmara Diogo Gimenez sanaram as dúvidas dos presentes. Fonte/prefeitura
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© Foto: Divulgação Herman Benjamin, ministro do Tribunal Superior Eleitoral
BRASÍLIA - Relator do processo que apura se a chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014, o ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou nesta segunda-feira, 15, o processo para julgamento.

Caberá agora ao presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, definir a data para que o plenário volte a analisar o caso. Segundo o Estado apurou, os ministros da Corte Eleitoral cogitaram a possibilidade de o julgamento ser retomado na quinta-feira da próxima semana, 25, mas o mais provável é que a discussão do caso fique para junho.

Gilmar está em viagem oficial em São Petersburgo, na Rússia, onde participa da 14ª Conferência Europeia de Órgãos de Organização de Eleições, e só deve retornar ao Brasil na quinta-feira, 18. O julgamento da ação contra a chapa Dilma-Temer começou no dia 4 de abril, quando os ministros decidiram reabrir a fase de coleta de provas, fixaram o prazo de cinco dias para as alegações finais das partes e autorizaram a realização de quatro novos depoimentos – do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, do marqueteiro João Santana, da empresária Mônica Moura, e de André Santana, assistente do casal.

Da vez anterior, o presidente do TSE se reuniu com os demais ministros para definir o calendário do julgamento. A tendência é que o roteiro seja repetido desta vez, com várias sessões em sequência de uma mesma semana reservadas para a apreciação do caso.

Argumento
Em depoimentos ao ministro Herman Benjamin, Mônica e João Santana alegaram que Dilma sabia do uso de caixa 2 na sua campanha à reeleição – mas ressaltaram que não trataram de assuntos financeiros com Temer. Este é um dos principais argumentos do vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, para justificar o pedido de que Dilma seja considerada inelegível por oito anos, mas não Temer.

Em um novo parecer encaminhado na última sexta-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dino voltou a pedir a cassação da chapa Dilma-Temer. Se os ministros do TSE acompanharem o entendimento de Dino, decidirem cassar a chapa e tornarem apenas Dilma inelegível, o presidente Michel Temer poderia concorrer numa eleição indireta. Fonte/MSN Notícias
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Foto/Divulgação


Um ônibus tombou e deixou dez passageiros feridos no final da tarde desta segunda-feira, dia 15, na rodovia Roberto Mário Perosa (SP-379), em Ibirá.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o coletivo é de Rio Preto transportava jogadoras com idades entre 13 e 17 anos que fazem parte do time feminino de vôlei da cidade, que representa Rio Preto em competições regionais.

Próximo ao acesso à rodovia Washington Luís, o ônibus perdeu o controle e derrapou na pista, batendo na lateral de um caminhão e tombando no acostamento da rodovia. Segundo a polícia, a pista estava molhada no momento do acidente.

O veículo seguia pela rodovia no sentindo Ibirá a Rio Preto. Com a batida, dez jogadoras sofreram ferimentos leves. Elas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas para prontos-socorros nas cidades de Uchoa, Ibirá e Cedral.

A Polícia Rodoviária Estadual informou que 24 pessoas estavam no ônibus, mas não divulgou os dados dos condutores do ônibus e do caminhão. A polícia ainda vai investigar o que causou o acidente.

Fonte Diário da Região
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 © Reprodução/ Facebook/ james.n.green.10 James acompanhou Dilma durante duas semanas nos Estados Unidos
As fotos de Dilma Rousseff ao lado de um homem nos Estados Unidos causaram boatos nas redes sociais. A ex-presidente está no país para dar palestras em universidades norte-americanas, como Brown, Columbia, New School, City University of New York e Harvard.

James Naylor Green, que está abraçado com a ex-presidente em um restaurante em uma foto de 12 de abril, é professor de Brown, especializado em estudos latino-americanos e ativista dos direitos LGBT. Morou no Brasil entre 1976 e 1982, quando foi um dos precursores do movimento LGBT no País e lutou contra a ditadura militar.

Homossexual assumido, Green é autor do livro Beyond Carnival: Male Homosexuality in Twentieth-Century Brazil, em tradução livre 'Além do Carnaval: Homossexualidade masculina no século vinte no Brasil'.

Em seu Facebook, o professor relata que, durante as duas semanas em que Dilme fez palestras pelos Estados Unidos, ele foi seu intérprete. "Conversamos longamente sobre o seu passado na resistência à ditadura militar, a situação atual, as eleições de 2018 e as perspectivas para a luta contra a implantação do projeto neo-liberal no país", escreve.

Fonte/ MSN Notícias
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 © REUTERS/Bruno Kelly Vista geral do Congresso
Com aval de dirigentes partidários das tradicionais legendas do país, deputados da comissão da reforma política da Câmara articulam aprovar até setembro no Congresso uma proposta para as eleições gerais de 2018 que misture um fundo bilionários com recursos públicos para bancar as campanhas juntamente com a adoção da lista pré-ordenada de candidatos.
Nesse sistema, os eleitores não votam diretamente em candidatos, mas em nomes escolhidos por uma ordem estabelecida pelo próprio partido.
Os parlamentares avaliam que esse "combo" eleitoral vai permitir o barateamento das campanhas no próximo ano.

Estimativas indicam que o custo desse novo modelo eleitoral giraria em torno de 2 bilhões a 3 bilhões de reais, menos, por exemplo, que a despesa da última campanha geral de 2014, de 5,1 bilhões de reais --valor esse não corrigido pela inflação do período.
A primeira constatação feita por deputados da comissão, dirigentes partidários e até mesmo por ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que será impossível o retorno das doações de empresas para a disputa de 2018.

Primeiro porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou em setembro de 2015 que esse tipo de repasse para candidatos e partidos é inconstitucional.
Segundo porque o Congresso, em meio ao mega escândalo de corrupção desbaratado pela operação Lava Jato envolvendo esquemas de caixa 2 e corrupção em doações de empresas, não tem força política para aprovar uma emenda constitucional que permitisse liberar essa situação.
O presidente do TSE, Gilmar Mendes, reuniu-se na quarta-feira a portas fechadas com deputados da comissão e defendeu aos parlamentares que aprovassem a reforma política para evitar o caixa 2 na campanha de 2018.

Gilmar Mendes conclamou os deputados a alterar as atuais regras para a disputa eleitoral, sob pena de o próprio Judiciário ter de disciplinar a disputa por conta própria. Parlamentares têm reclamado nos últimos anos de decisões judiciais que, segundo dizem, interferem nas regras da disputa.
Pela legislação eleitoral, as mudanças têm de ser aprovadas até o início de outubro para valer para a disputa de 2018. O projeto da comissão ainda terá de passar pelo plenário da Câmara e depois pelo Senado para, caso passar por todas essas etapas sem modificações, seguir para a sanção presidencial. Pelo roteiro traçado, deputados querem aprovar a reforma até junho e, depois, passar para uma análise rápida dos senadores.

O presidente da comissão especial da reforma, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), afirmou que a partir da próxima semana o colegiado vai centrar esforços para acelerar a votação do financiamento de campanha.
A proposta do deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da comissão, apresentada no início de abril, prevê a criação de um fundo no valor de 2,2 bilhões de reais em recursos do Orçamento para bancar a disputa de 2018 --essa verba poderia ser engordada com repasses do fundo partidário e doações de pessoas físicas, chegando a 3 bilhões de reais.

Mas o presidente da comissão disse não haver consenso sobre essa proposta de custeio da campanha, nem mesmo se haverá a concordância de que os recursos do fundo vão vir do Orçamento ou outra fonte de receita, como emendas parlamentares, por exemplo.
Vieira Lima disse que os parlamentares vão buscar uma reforma mais favorável. "Todos querem uma reforma que facilite o retorno deles ao Congresso", admitiu.

LISTA PRÉ-ORDENADA
Integrantes de partidos tradicionais, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), têm defendido a adoção da chamada lista fechada como forma de dar maior transparência para a escolha de representantes eleitos para cargos proporcionais, como os deputados.
A disputa para cargos de deputados tradicionalmente concentra o maior volume de gastos, uma vez que há um número maior de candidatos tendo de correr atrás de financiadores de campanhas para vencer a disputa para as 513 cadeiras da Câmara.

Vieira Lima disse que o custo seria reduzido porque o gasto das campanhas não ficará pulverizado, como é hoje, em cada um dos candidatos, mas focado nos primeiros da lista.
Contudo, críticos à essa iniciativa consideram que vai permitir o controle das cúpulas partidárias dos primeiros da lista, aqueles que terão mais chances de serem eleitos. Há quem afirme que a iniciativa poderia ajudar até parlamentares investigados na operação Lava Jato a se reeleger.
O presidente do TSE discorda dessa avaliação e disse que isso foi uma "ilusão" que a imprensa criou. Ele afirmou que esse tipo de votação poderá, ao contrário, impedir o apoio à lista justamente pela presença de questionáveis nela.

"À medida que um peso morto passa a integrar determinada lista, passa a ser um desestímulo", disse ele, ao destacar que a qualidade dela será motivo de atração ou repúdio.
Ainda assim, há quem defenda a adoção de determinadas barreiras para impedir o eventual controle de dirigentes partidários na lista. O deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA) vai defender a adoção de convenções partidárias e o fim de diretórios provisórios de partidos nos Estados para garantir uma lista mais "democrática".

O relator da proposta disse ter sugerido em seu parecer travas na lista pré-ordenada que podem garantir uma maior democratização de candidaturas. Ele propôs que, para definir a lista, pode-se fazer consulta a filiados, eleitores ou convenções partidárias. Outra medida incluída por ele foi determinar que todo o plano de gastos das candidaturas terá de ser aprovado pela direção nacional do partido.
Vicente Cândido defende que esse modelo combinado --financiamento público e lista pré-ordenada-- é a principal saída para evitar novos escândalos a partir de doações eleitorais. Ele cobra a aprovação de uma lei para aumentar as punições para quem praticar caixa 2 na campanha como forma de inibir a prática.

"Nada mais caro para um país, que a Lava Jato. É melhor gastar 2 bilhões ou 3 bilhões de reais numa campanha que seja honesta, transparente e democrática do que manter um modelo que quebre empresas e possa gerar desemprego", defendeu o deputado petista. "Para o financiamento público, qualquer outro modelo a conta não vai fechar."
O presidente do DEM, senador Agripino Maia (DEM), concorda com essa saída.
"É o caminho que nos resta", disse Agripino, para quem, entretanto, não há certeza sobre a aprovação da matéria porque não há consenso entre os deputados. "Entendo que na Câmara não anda tão fácil assim."

Fonte/MSN Notícias
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 © Luciana Prezia/Estadão | Iara Morselli/Estadão | Antonio Chahestian/Record

    Com o crescente discurso da renovação política e o sucesso eleitoral de 'outsiders' no ano passado, agora são as personalidades da televisão que buscam se eleger. Marcelo de Carvalho, Luciano Huck e Roberto Justus são alguns dos que recentemente declararam estar flertando com a política.

Dono da RedeTV, Marcelo de Carvalho cogita se candidatar a governador do Estado de São Paulo. Roberto Justus, o apresentador de 'O Aprendiz', deixou para trás a ideia de concorrer à presidência da República, mas disse que gostaria de fazer parte da equipe de governo de João Dória, no caso do tucano chegar ao cargo máximo da República.

Enquanto isso, em entrevista à 'Folha de S. Paulo', o apresentador Luciano Huck não negou que poderia concorrer à Presidência nas eleições do ano que vem, deixando esta possibilidade em aberto.

Fonte/MSN Notícias
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