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                         Imagem / Reprodução
O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) fez uma lista de cargos de 2º escalão que podem ser distribuídos regionalmente. A intenção do governo é oferecer os postos aos membros de partidos do centro e centro-direita que travaram a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As informações foram publicadas nesta 5ª feira (18.abr.2019) pelo jornal Folha de S. Paulo.
Entre os cargos listados estão posições em estatais e autarquias, como a Codevasf (Companhia Desenvolvimento Vale São Francisco), Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste) e Banco do Nordeste.
A ação do ministro foi informada aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Além de representantes de partidos.
Segundo informado por congressistas ao jornal, a iniciativa de aproximação partiu do governo. Os líderes partidários esperam por manifestações dos demais ministros de Jair Bolsonaro.
Fonte / MSN Notícias
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                                   Imagem / Reprodução

O presidente da República, Jair Bolsonaro, paralisou as atividades no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 17, para celebrar a Páscoa antecipadamente, com a apresentação de uma banda neopentecostal. A "Cantata de Páscoa" da Presidência reuniu ministros de toda a Esplanada, assessores e servidores, além de convidados no salão nobre do Planalto.
Eles assistiram a um show gospel da banda Arena Louvor, ligada à igreja evangélica Sara Nossa Terra, do bispo Robson Rodovalho, apoiador do presidente. Entre uma música e outra, servidores públicos se revezaram no púlpito citando versículos bíblicos. Um dos lemas da campanha eleitoral do presidente - “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, foi um dos primeiros.
Na primeira fila de cadeiras, a primeira-dama, Michelle de Paula Bolsonaro, acompanhava o ritmo e as letras das músicas cantando de olhos fechados. Bolsonaro e ministros, ao lado, assistiam de forma mais discreta.
Como num templo religioso, os convidados ficaram de pé a pedido de uma vocalista para “declarar que Jesus vive”.
Os ministros da Casa Civil, Secretaria Geral da Presidência, Cidadania, Direitos Humanos, Governo, Defesa, Economia, Educação, Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Turismo e o Advogado Geral da União também estiveram presentes no evento.
O presidente, em breve pronunciamento, disse que o momento é de paz e reflexão e pregou a valorização da família. No único momento em que citou outras religiões, Bolsonaro defendeu que os filhos sigam os pais, sejam eles cristãos, evangélicos, espíritas ou não tenham religião.
“Longe às vezes de um homem durão que alguns pensam que eu sou, estou subordinado à senhora Michelle de Paula. Nós nos complementamos e somos a base da sociedade, que é a família”, afirmou o presidente.
Em encontro reservado, Bolsonaro recebeu antes alunos da escola Classe 1 da Estrutural no Distrito Federal, em nome das quais desejou feliz páscoa.
Fonte / MSN Notícias
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                          Foto - Matheus Silva O PROGRESSO 
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.143 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desta quarta-feira (17) na cidade de Nova Petrópolis, RS.
O prêmio acumulou e a estimativa da Caixa para o próximo concurso é R$ 60 milhões.
As dezenas sorteadas foram as seguintes: 02 – 12 – 35 – 51 – 57 – 58.
A quina registrou 81 apostas vencedoras, cada uma vai pagar a quantia de R$ 48.904,73. A quadra teve 6.545 ganhadores, cada apostador vai receber R$ 864,62.
As apostas para o concurso 2.144 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do próximo sábado (20), em qualquer uma das casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.
Fonte / MSN Notícias
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                         Imagem / Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro negou nesta 3ª feira (16.abr.2019) que o governo federal intervirá na política de preços de combustíveis. “Não quero e não vou intervir na Petrobras”, disse.
A afirmação faz parte de nota lida pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a jornalistas no Planalto.
Antes do anúncio do porta-voz, os ministros Paulo Guedes (Economia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia) falaram sobre  reunião convocada pelo presidente da República.
Participaram do encontro o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Bento Albuquerque (Minas e Energia), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e o diretor geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), Décio Oddone.
Guedes negou que o governo federal intervirá de maneira política no preço dos combustíveis. Afirmou que a Petrobras tem autonomia. “Não queremos repetir o fenômeno Dilma e muito menos o fenômeno Venezuela”, disse.
O ministro da Economia falou que o presidente pensou na dimensão política ao decidir não reajustar o preço do diesel. Há, no entanto, uma preocupação com a questão econômica –demonstrar que não haverá interferência nos preços.
Guedes disse que Bolsonaro foi franco e transparente ao ligar para o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e relatou o que ele disse na conversa: “No dia que estou comemorando 100 dias de governo você está jogando diesel no meu chopp”.
O chefe da pasta de Economia afirmou que a Petrobras precisa ser mais transparente sobre a política de preços adotada. Disse que não serão feitos reajustes em períodos menores que 15 dias.
“A comunicação vai ser clara, como se aplica nos bancos centrais do mundo inteiro”, disse.
Guedes também criticou o monopólio exercido pela Petrobras e disse que é preciso uma política de privatizações, descentralização e combate aos cartéis: “Ninguém faz fila nas outras capitais do mundo para exigir cartão. O preço só está no colo do governo porque o monopólio é do governo. Vocês não perguntam se o preço do leite subiu ou não porque não tem a Leitobras”.

Entenda o caso

Na 5ª feira (11.abr), a Petrobras anunciou o aumento de 5,7% no preço médio do diesel. Bolsonaro interveio na decisão da estatal e o reajuste foi suspenso. No dia seguinte, a empresa perdeu R$ 32 bilhões em valor de mercado.
Paulo Guedes não foi consultado antes da intervenção do presidente. Após reuniões com ministros nesta 2ª feira (15.abr.2019), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, declarou que a empresa é “livre” e que a decisão de não prosseguir com o aumento foi da própria companhia.
Para conter o risco de uma nova greve dos caminhoneiros, o governo anunciou nesta 3ª feira (16.abr.2019) 1 pacote de medidas a favor da categoria.
Bento Albuquerque disse mais cedo nesta 3ª feira que houve “1 erro de comunicação” na divulgação e na posterior suspensão do reajuste do preço do diesel na semana passada.
“Houve 1 erro de comunicação na apresentação desse índice de 5,7%. Estava voando para Roraima e quando pousei é que comecei a receber as informações. Entendo que o presidente, não estando informado e não tendo as pessoas para informá-lo exatamente do que estava ocorrendo, pediu esclarecimento. E é isso que vamos prestar a ele daqui a pouco”, disse.
A declaração foi dada durante seminário “Oportunidades do Setor de Óleo & Gás para o Brasil”, promovido pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) e o Poder360, no Brasília Palace Hotel, na capital federal.
Fonte / MSN Notícias
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                         Reprodução
BRASÍLIA - Os partidos do Centrão e a oposição articularam nesta terça-feira, 16, mudanças no texto da proposta de reforma da Previdência, que está na primeira etapa da tramitação no Congresso, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. As alterações ainda estão sendo negociadas, mas podem atingir pontos polêmicos da proposta, como o fim do pagamento de multa do FGTS para quem já é aposentado e as novas regras do abono salarial. Esses pontos são considerados “jabutis”, ou seja, sem relação direta com a Previdência.
Oposicionistas insistem também na retirada do texto das novas regras para o benefício de assistência social para idosos carentes (BPC) e para a aposentadoria rural. O novo modelo de capitalização – por meio do qual as contribuições vão para uma conta, que banca os benefícios no futuro – e a proposta de se retirar da Constituição regras de acesso e cálculo da aposentadoria também são pontos considerados críticos pelos deputados.

‘Kit obstrução’

Depois de mais de 12 horas de debates, a votação ficou para esta quarta-feira, mas os próprios governistas já admitem nos bastidores que não haverá quórum suficiente para enfrentar o “kit obstrução” da oposição e garantir a aprovação do relatório. Na véspera do feriado de Páscoa, os deputados do Centrão (bloco informal que reúne os partidos DEM, PP, PR, PRB, SD e PSC) não devem garantir presença para a votação na comissão. “Eu defendo que os jabutis sejam retirados ainda na CCJ”, disse o líder do PP, Arthur Lira (AL).
Enquanto os debates aconteciam na CCJ, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu, à noite, líderes do Centrão em sua residência oficial para discutir a estratégia de votação. Maia insistiu com os deputados que a proposta fosse votada antes do feriado, o que foi interpretado como tentativa de demonstração de força. Maia não concorda com a retirada capitalização nessa primeira fase de tramitação da proposta.
Durante o dia, o governo acionou uma operação “acelera” do debate. A articulação para agilizar as conversas foi comandada nos bastidores pelo próprio presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PR), que conseguiu economizar cerca de dez horas de debate com o pedido para que os deputados da base aliada ao governo reduzissem o tempo de fala ou mesmo retirar da fila falas ao longo da sessão.
Dos que falaram, 55 se posicionaram contra a proposta e 19 a favor. Ele passou o dia ligando para os deputados e contabilizando votos para aprovar a proposta. O líder do governo, Vitor Hugo (PSL-GO), acabou concordando com a oposição para que todos da lista pudessem falar contestando entendimento do próprio presidente da CCJ.

Irritação

De acordo com o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), a CCJ não conseguirá votar a proposta da reforma nesta quarta. No meio do tiroteio entre oposição, Centrão e governo, Francischini acabou perdendo a paciência com a pressão dos deputados. “Não serei massa de manobra de ninguém. Nem do governo, nem da oposição, nem do Centrão, nem de ninguém. Não aceitarei pressão de quem quer que seja”, disse.
Ele, porém, se mostrou otimista com a votação da PEC na comissão, prevista para hoje. Segundo o presidente da CCJ, há votos suficientes para que a reforma consiga o primeiro aval do Congresso.
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, minimizou a possibilidade de a reforma da Previdência ser votada na CCJ só na semana que vem. “Vai dar tudo certo. Se for esta semana, ótimo. Se for terça que vem, está perfeito”, disse Onyx, antes de uma reunião com a bancada do Amazonas no Senado.
Onyx insistiu que o governo está tendo “muito” diálogo com o Parlamento e disse que “reclamar do Executivo faz parte da cultura do Parlamento”. Para ele, é preciso compreender que o Congresso tem uma forma própria de conduzir matérias.
“As coisas vão caminhar bem, só tem de ter um pouquinho de paciência. Acho que a gente precisa compreender que o Congresso tem seu tempo”, disse. “O governo tem tranquilidade que, no tempo certo, vai dar tudo certo.”
Ele repetiu a intenção de aprovar a reforma no Congresso até o recesso parlamentar, ou seja, ainda no primeiro semestre, quando questionado sobre uma expectativa “realista”.
A proposta, declarou, vai ser aprovada com “tranquilidade e com ajustes necessários”, mas com capacidade de gerar empregos no segundo semestre ainda deste ano. /COLABOROU DANIEL WETERMAN
Fonte / MSN Notícias
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                          Imagem / Reprodução
A revista americana Time elegeu o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2019. Bolsonaro é o único brasileiro na lista, divulgada nesta quarta-feira, 17.
O texto é assinado pelo cientista político Ian Bremmer, da consultoria Eurasia Group, que colabora para a Time. Bolsonaro é definido pela revista como um “personagem complexo”.
Por um lado, o presidente é apresentado como “a melhor chance em uma geração de promulgar reformas econômicas capazes de conter o déficit crescente”. Por outro, é “garoto-propaganda de uma masculinidade tóxica e um ultraconservador homofóbico com a intenção de travar uma guerra cultural e talvez reverter os avanços do Brasil em atacar as mudanças climáticas”.
Em seu relato, Bremmer faz um elogio ao Brasil. Diz que o “apetite por controvérsia” de Bolsonaro não é capaz de ocultar o fato de que o país tem “instituições que poderão limitar o bem e o mal que ele poderá fazer”. Para o cientista político, será decisivo para o futuro do governo saber se o presidente aprenderá a “trabalhar com o sistema”. “O tempo vai dizer se ele terá a flexibilidade e a resiliência de caráter que ele necessita.”

Líderes mundiais

A lista divulgada pela Time também inclui outros dois latino-americanos entre os mais influentes na categoria de líderes mundiais. São eles o presidente autoproclamado da Venezuela, Juan Guaidó, que comanda o movimento de não-reconhecimento do mandato do ditador Nicolás Maduro, e Andrés Manuel López Obrador, político à esquerda que se elegeu presidente do México em uma exceção ao atual cenário político vivido pela América Latina.
A relação, como é esperado, inclui também o presidente Donald Trump, mas ele não é o destaque da capa especial destinada aos líderes, espaço que foi concedido para a presidente da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi. Outra opositora relevante de Trump que foi incluída na lista foi a atual sensação da esquerda americana, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez.
Na linha de líderes mundiais à direita, a revista também incluiu Matteo Salvini, vice-primeiro-ministro e ministro do Interior da Itália, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Fonte / MSN Notícias
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                                   Foto / Matheus Silva O PROGRESSO 
O concurso 2.143 da Mega-Sena vai sortear nesta quarta-feira (17) um prêmio acumulado de R$ 52 milhões para quem acertar as seis dezenas.
O sorteio será realizado, a partir das 20h (horário de Brasília), no Caminhão da Sorte está estacionado na cidade de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul.
As pessoas poderão fazer suas apostas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer uma das mais de 13 mil lojas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.
Fonte / Agência Brasil
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