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» » Na luta contra a balança, o Balão Intragástrico se diferencia por motivar hábitos saudáveis
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A luta contra a obesidade está cada vez mais difícil, à medida que crescem os fatores desencadeadores do excesso de peso (comidas industrializadas, fast foods, falta de tempo e aumento do sedentarismo). Prova disso, são as inúmeras pesquisas que mostram, ano a ano, o aumento do número de obesos no Brasil e no mundo. E com a doença, aumenta também as comorbidades associadas, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, incontinência urinária, entre outras.

Embora grande parcela da população acima do peso queira emagrecer, é muito baixo o índice de quem consegue mudar seus hábitos de vida sem ajuda profissional. E após muitas frustações com medicações e dietas milagrosas, é comum ver o avanço ainda maior da obesidade.

Neste cenário, uma das alternativas de tratamento emagrecedor se consolida por se basear no principal tripé para combater a obesidade: dispositivo que causa saciedade precoce e que atua concomitante com um programa de reeducação alimentar não restritivo, atividade física regular, e apoio psicoterápico para mudar a forma de pensar e agir em relação à comida. Trata-se do Balão Intragástrico, método endoscópico, não cirúrgico, com estudos nacionais e internacionais que atestam a sua eficiência na redução de em média 12% do peso inicial do indivíduo[1].

“O Balão Intragástrico é um método seguro, realizado por endoscopia (método não cirúrgico) e eficaz para o tratamento do sobrepeso e obesidade. O Balão se mostra superior aos tratamentos clínicos ou medicamentosos isolados e mais seguro se comparado à cirurgia. Através deste tratamento, que inclui não somente o procedimento em si e sim todo o acompanhamento com equipe multidisciplinar e remodelação de estilo de vida, o paciente tem o suporte necessário para ter uma perda de peso saudável e aumentar sua expectativa de vida e autoestima.”, comenta o dr. Luiz.

O dispositivo atrai cada vez mais adeptos devido à simplicidade do procedimento e maior efetividade para a manutenção dos resultados em longo prazo.

Depois dos resultados efetivos para os casos de obesidade grau 3, e ancorado em estatísticas que revelam que é mais fácil combater o excesso de peso quando ele ainda está no início, o Balão Intragástrico OrberaTM obteve da Anvisa a autorização para uso em pessoas Índice de Massa Corporal (IMC) a partir de 27 – nível de sobrepeso.

“Seja qual for o método que o paciente opte é essencial que haja um preparo antes do procedimento e o acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, tanto durante como após o final do tratamento, para se conquistar o melhor resultado possível e a manutenção do peso a longo prazo”, relata o endoscopista.


Como funciona o Balão Intragástrico OrberaTM  

Em um procedimento que dura, em média entre 20 e 30 minutos, o Balão Intragástrico é introduzido pelo médico no estômago do paciente, por via endoscópica e sob leve sedação (como nos exames de rotina para visualização do aparelho digestivo). Uma vez no estômago, ele é preenchido com soro e azul de metileno estéreis na quantidade de 400 a 700 ml, quantidade suficiente para gerar saciedade ao paciente, que reduz sua quantidade de comida pela satisfação com menor quantidade de alimento.

Devendo permanecer no organismo por seis meses, o dispositivo age como impulsionador para a reeducação de hábitos do indivíduo, que recebe suporte de equipe multiprofissional para readequar a rotina alimentar, praticar atividade física e ainda se orientar com terapia psicológica para o ajuste comportamental em relação aos fatores que podem boicotar o tratamento.

Curiosidades sobre o Balão Intragástrico

O método surgiu há mais de trinta anos, através da observação de pacientes com tricotilomania e tricofagia (compulsão por arrancar e comer os próprios cabelos) e que acusavam grande perda de peso, verificada posteriormente, em função do bolo capilar que era formado no estômago. A partir daí, foi desenvolvida a ideia da inserção de um Balão Intragástrico com o objetivo de saciar a fome do obeso e assim permitir uma reprogramação alimentar por período suficiente para ele assimilar os novos hábitos e manter o peso perdido no longo prazo.

Fonte para entrevista

Dr. Luiz Gustavo de Quadros

Endoscopista da Kaiser Clínica e Hospital Beneficência Portuguesa de S.J. Rio Preto | Preceptor do Programa de Treinamento em Cirurgia Geral do Hospital Beneficência Portuguesa de S. J. Rio Preto/SP | Preceptor do Programa de Treinamento em Endoscopia da Santa Casa de Misericórdia de S. J. Rio Preto/SP | Coordenador do Centro de Ensino e Treinamento (CET) da SOBED da Santa Casa de Rio Preto.

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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