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» » Chuva no Sudeste diminui nos próximos dias
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 Pela segunda vez neste verão, uma nova situação de bloqueio atmosférico deve ser observada sobre o Brasil fazendo com que as condições para chuva diminuam, em particular sobre a Região Sudeste. Desta vez o bloqueio deve atuar durante a segunda quinzena de fevereiro.


O primeiro evento foi intenso e persistiu sobre o país durante aproximadamente 15 dias, entre 6 e 20 de janeiro de 2015. O bloqueio foi rompido por frente fria que chegou forte ao país e no dia 21 alcançou o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro

.Menos chuva no Sudeste, muita chuva no Sul


A nova situação de bloqueio não deve ser tão intensa como em janeiro de 2015, mesmo assim reduz novamente a chuva em especial sobre a Região Sudeste. Assim, a chuva farta volumosa que vem caindo sobre Minas Gerais, Rio de Janeiro  e até no Espírito Santo vai parar nos próximos dias. O bloqueio de janeiro de 2015 fez com que muitas áreas do norte mineiro, norte fluminense e do Espírito Santo ficassem de 40 a 50 dias consecutivos sem chuva.

Ao mesmo tempo que tira a chuva do Sudeste, a alteração da circulação dos ventos durante o bloqueio vai forçar um aumento da chuva sobre o Sul. Estas alterações começam a ser sentidas durante o Carnaval. Se por um lado a redução da chuva é preocupante, pois agrava a crise hídrica,  as festas de Carnaval será favorecidas com menor chance de transtornos com os temporais.




Projeção da distribuição e volume de chuva sobre o Brasil até 24 de fevereiro de 2015 indica que a maior quantidade de chuva (tons de verde) deve ocorrer sobre o Norte, no Sul, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. A cor vermelho-terra sobre parte do Rio de Janeiro, no norte de Minas Gerais e Espírito Santo indica pouca chuva
.O que é o bloqueio?

Um bloqueio atmosférico é uma alteração na posição e intensidade normais dos grandes sistemas globais de pressão atmosférica e das correntes de ventos nos níveis atmosféricos elevados.

O bloqueio de janeiro de 2015 foi causado por uma posição e intensidade atípicas do sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul, chamado abreviadamente de ASAS (Alta Subtropical do Atlântico Sul). A atuação de uma de alta pressão sobre qualquer região reduz a umidade do ar.

 A menor disponibilidade de umidade diminui naturalmente a formação de nuvens e a ocorrência de chuva. As áreas próximas ao centro do sistema de alta pressão ficam com pouco ou nenhum vento.Esta segunda situação de bloqueio atmosférico já vinha sendo esperado para este verão, mas não será igual ao primeiro. Confira a comentário da meteorologista Josélia Pegorim que fala sobre as diferenças entre o bloqueio de janeiro e o que se espera para fevereiroFonte/MSN notícias

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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