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» » Cantor Mangabinha, do Trio Parada Dura, morre em Belo Horizonte
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Na casa da família, no bairro Itapoã, na Pampulha, Rosa Quadros mostra os dez discos de ouro e quatro de platina alcançados pelo ex-boia-fria. Ela também guarda a sanfona em que Mangabinha aprendeu a tocar.

— Era do pai dele, que mandava ele ir pra lavoura. Ele levava escondido e aprendeu a tocar sozonho nesse acordeão. Ele chegou a gravar dois discos nessa sanfona de oito baixos. Hoje é uma relíquia.
A viúva elogia a postura do marido, que segundo ela nunca deixou a fama atrapalhar o convívio familiar.

— Nunca trocou a família dele por nada na rua, apesar de todo o assédio. A nossa família, que ele cuidou muito bem, são duas filhas, três netos e um bisneto.
Morreu nesta quinta-feira (23) o cantor sertanejo e sanfoneiro Mangabinha, integrante do Trio Parada Dura. Carlos Alberto Mangabinha Ribeiro, tinha 73 anos e estava internado há nove dias no Hospital Socor, em Belo Horizonte. Ainda não há informações sobre velório.

Ele lutava contra complicações provocadas pela diabetes, descoberta em 1982. Em dezembro de 2013, uma fratura no pé fez a saúde do cantor deteriorar. Havia uma semana que Mangabinha não conseguia mais conversar, segundo a viúva, Rosa Quadros.

— Não conversava, nem abria o olho mais. A situação foi piorando.

Mangabinha é uma das vozes da música sertaneja de raiz, que encantou o interior do Brasil nos anos 1970 e 1980. Entre os principais sucessos do Trio Parada Dura estão "Andorinhas", "Blusa V
Na casa da família, no bairro Itapoã, na Pampulha, Rosa Quadros mostra os dez discos de ouro e quatro de platina alcançados pelo ex-boia-fria. Ela também guarda a sanfona em que Mangabinha aprendeu a tocar.
 
— Era do pai dele, que mandava ele ir pra lavoura. Ele levava escondido e aprendeu a tocar sozonho nesse acordeão. Ele chegou a gravar dois discos nessa sanfona de oito baixos. Hoje é uma relíquia.
A viúva elogia a postura do marido, que segundo ela nunca deixou a fama atrapalhar o convívio familiar.

— Nunca trocou a família dele por nada na rua, apesar de todo o assédio. A nossa família, que ele cuidou muito bem, são duas filhas, três netos e um bisneto.
ermelha", "Castelo de Amor", "Telefone Mudo". Fonte/R7.com

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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