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» » VIOLÊNCIA DOMÉSTICA? Morre bebê vítima de supostos maus tratos em Cajobi-SP
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A pequena e bela Julia Alves Romero, de 1 ano e dez meses, de Cajobi, que a polícia investiga se foi mais uma vítima da estupidez humana

Morreu no início da tarde desta quinta-feira, dia 07, a criança Júlia Alves Romero, de 1 ano e dez meses, de Cajobi.

Ela estava internada no Hospital da Criança e Maternidade de Rio Preto desde a última segunda-feira, dia 04 com suspeita de maus-tratos. A Polícia Civil de Cajobi investiga se as agressões partiram da mãe e do padrasto da criança.
Segundo o boletim de ocorrência, a menina deu entrada no hospital com a morte cerebral, lesões pelo corpo, uma costela quebrada, trauma na coluna e sinais de maus-tratos. A polícia já ouviu várias testemunhas. A criança foi  internada nesta semana, mas a delegada que cuida do caso disse que há 15 dias o Conselho Tutelar recebeu denúncia de maus-tratos contra a criança.
A menina e um irmão de 5 anos estariam vivendo há dois meses com a mãe e o padrasto. Eles também já foram ouvidos. Para o pai da criança que morreu, a mãe disse que a menina tinha levado um tombo. Ninguém do Conselho Tutelar foi encontrado para falar sobre a ocorrência.
Entenda o caso
Segundo a advogada do pai, Daiane Luizetti, que registrou o boletim na terça-feira (5), a criança foi levada ao pronto-socorro de Cajobi por volta das 20h de segunda-feira (4), transferida para um hospital em Olímpia (SP) e em seguida levada ao HCM, devido à gravidade do seu estado de saúde.
No boletim de ocorrência consta que a mãe trabalha em Guapiaçu (SP) das 13h até 1h. As crianças, o bebê e outro filho, de 5 anos, também filho do casal, ficam na escola das 13h às 17h e depois ficam sob os cuidados do padrasto até a mãe voltar e pegar as crianças. O Conselho Tutelar de Cajobi informou que, por enquanto, não vai se manifestar a respeito das denúncias e a Polícia Civil de Cajobi disse apenas que investiga o caso.
De acordo com Daiane, há 15 dias o pai do bebê foi ao Conselho Tutelar de Cajobi para denunciar suspeita de maus-tratos e foi encaminhado ao Ministério Público. Ela diz que já existe um processo de regulamentação de guarda e busca e apreensão movido pelo pai do bebê, pois ele desconfiava que a filha era agredida. Daiane diz que os dois foram casados por 10 anos e tiveram os dois filhos.
Fonte: regiãonoroeste.com e jon

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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