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» » » Médico de Marcelo Rezende não tinha licença para atuar em SP
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                                   © Record
      Médico procurado por Marcelo Rezende para tratar de maneira alternativa um câncer em seu fígado e pâncreas, Lair Ribeiro não tinha licença para atuar em São Paulo. Os detalhes foram revelados pelo "Domingo Espetacular", da Record, na noite do último domingo (1).
O especialista, que indicou ao apresentador a dieta cetogênica - rica em proteínas e com baixa ingestão de carboidratos -, não poderia atender em clínicas, dar consultas ou prescrever medicamentos no Estado paulista.
Por isso, os cuidados com o jornalista - que custavam R$ 4.200 por dia - ficaram por conta de Kátia Nakazone, médica ginecologista com clínica em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, aluna de Lair.
De acordo com a atração, o veterano teve a promessa de que estaria curado em setembro, mês em que piorou muito e acabou falecendo. Ele também teve contato frequente com o médico, que negou recentemente qualquer relação com o tratamento.
"Apesar da extrema malignidade da doença, ele viveu 4 meses após o diagnóstico, informando sobre sua resiliência e seu estado de saúde nas redes sociais. Esclareço com isso que todas as informações que relacionam meu nome com esse caso são especulações", disse.
A relação entre eles foi comprovada com as inúmeras ligações registradas no celular de Rezende, assim como visita testemunhada por Didi, funcionária do âncora há mais de 13 anos. "Eles se falavam muito ao telefone", garantiu.
Com a piora de seu quadro, Marcelo se internou no início de setembro no Hospital Moriah e implorou por morfina, a fim de acabar com as fortes dores. Os tumores se espalharam pelo abdômen e o famoso ainda estava com pneumonia e uma infecção grave na perna.
No dia da internação, a doutora Kátia mandou sua equipe recolher todos os medicamentos da casa do paciente, mesmo os que ele havia comprado. A médica preferiu não comentar o caso à reportagem da Record. Fonte/MSNNotícias

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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