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O SUS (Sistema Único de Saúde), é o principal meio de acesso onde os pacientes tem acesso a esse convênio, realizando consultas médicas, especialistas, exames, tratamentos, internações, medicamentos, materiais para curativos ( para acamados, domiciliados e pessoas em geral que precisem de todos os cuidados durante a recuperação), proporcionando a melhora do paciente de qualquer doença diagnosticada pelo médico. Dessa forma, o SUS é a “ porta de entrada “ do paciente na unidade.

O processo de “adoção “ do Sistema Único de Saúde como o maior convênio gratuito  do Brasil, se deu em 1988 com a inclusão na Constituição Federal que segundo a legislação brasileira, determina que a saúde é um direito de todo e qualquer cidadão brasileiro, cabendo ao poder público a responsabilidade em investir na saúde pública através das políticas públicas, oferecendo aos pacientes melhores condições de tratamento médico, humano, o direito de  usar o Sistema Único de Saúde a favor da sua saúde.

Como Surgiu os Agente Comunitário de Saúde?
        
Como surgiu a profissão de agente comunitário de saúde? É o que vamos discutir e conhecer um pouco mais a história desses profissionais.
O Programa de Agentes Comunitário de Saúde, ( PACS), foi implantado pelo Ministério da Saúde, em 1991 e teve início por volta do final da década de 80, parte da Estratégia da Saúde da Família ( ESF). A princípio, a atuação desses profissionais seria em algumas áreas do Nordeste, Distrito Federal e São Paulo com o objetivo de melhorar a situação de saúde das comunidades.
Muito tempo se passou desde a implantação dos ACS nas comunidades, como mudanças,
A Importância dos ACS e O Seu Trabalho...         

Os agentes comunitários de saúde desempenham um papel fundamental na Estratégia da Saúde da Família ( ESF), isso por que esses profissionais estão todos os dias realizando visitas diárias mensais em um sol escaldante, levando à enfermeira chefe da unidade de saúde os problemas encontrados durante as visitas. Podemos dizer então, que os agentes de saúde são o elo entre a comunidade e a unidade de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, uma dentre outras das principais atividades é participar, orientar e promover a promoção da saúde à toda a comunidade residente em cada  micro-área. Mas, sabemos que promover a saúde aos pacientes não é algo simples, é preciso dedicação, amor, capacitação por meio de cursos e planejamento. Dessa forma, os ACS é a comunicação, é o “ agente que escuta o paciente”.

Quantas e quantas vezes, esses profissionais durante as visitas, se deparam com problemas familiares, como a enfermidade, psicológico, social, financeiro e violência resultando no desequilíbrio familiar que requer atenção, cuidado e resposta ao paciente. É importante olharmos para as crianças e adolescentes  que convivem nesse ambiente intragável afetando-os , o em sua totalidade como no rendimento escolar que fica a desejar. Com toda essa situação é pertinente dizermos que os ACS, no que tange a promoção da saúde a população, são “ médicos, enfermeiros, psicólogos, e assistentes sociais dentro dos ESFs (  da Estratégia).

Mais do que “fazer visitas”, os agentes de saúde são os promissores em escutar o paciente e as suas queixas, sugestões, elogios e os problemas que atingem muitas famílias. Muitos pacientes querem somente uma simples conversa, alguém que os escute e  na maioria das vezes não há sequer uma dor física, mas sim uma dor interior que afeta o emocional e a psique ( mente) desestruturando-o totalmente.  Ações como o combate à dengue, orientar sobre medicações, participar de reuniões, fazer levantamentos, realizar cadastros e verificar se os familiares estão precisando de algum cuidado com a saúde.

Os agentes de saúde não são meros agentes: são profissionais que estão a todo momento aprendendo e se doando cada vez mais a saúde de cada família residente em sua micro–área, promovendo e ofertando a saúde para o bem-estar físico, social, emocional e psicológico. É imprescindível que mais do que “ fazer visitas”, é necessário escutar e fazer com que o paciente se sinta importante e especial aos olhos da unidade e por esses profissionais que não possuem um “ diploma de graduação” , mas possuem interiormente o “diploma da humanização”.

Prof. Jeferson Mazaro

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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