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» » » Bombeiro compara Nicolás Maduro a burro e é preso na Venezuela
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                                 Foto - Divulgação

 
CARACAS - Um bombeiro venezuelano foi preso por comparar o presidente Nicolás Maduro a um burro num quartel no estado de Mérida, no Oeste do país, denunciou nesta sexta-feira uma ONG de direitos humanos. A comparação foi capturada em vídeo pelo próprio bombeiro e disseminada pelas redes sociais.

"[O bombeiro] Ricardo Prieto foi detido pela contrainteligência militar. Aparentemente, o motivo da prisão foi um vídeo difundido nas redes em que aparece um burro, que logo é chamado de 'presidente Maduro'", escreveu no Twitter Alfredo Romero, diretor da ONG Foro Penal, que defende presos políticos.

Na gravação se vê uma mulher de uniforme de bombeiro passando, levando o burro por um laço para dentro do quartel do Corpo de Bombeiros. O homem que está filmando, presumivelmente o próprio Prieto, chama o animal de "presidente Maduro" e brinca, dizendo que o mandatário está fazendo uma inspeção no quartel.


Em seguida, o burro para e começa a pastar no pátio, ao que o homem diz, rindo:

— Como podem ver, ele mesmo [o presidente] está verificando como está a grama, a única coisa boa que temos aqui.

Logo depois, zombando da passividade do burro, ele pergunta:

— Será que estamos pedindo muito a ele?

Segundo algumas informações, os dois bombeiros foram presos.

"MABURRO", UM VELHO APELIDO

O próprio Maduro, que enfrenta grande impopularidade devido à atual crise econômica na Venezuela, costuma brincar em cerimônias públicas afirmando que seus adversários costumam chamá-lo de "Maburro".

O bombeiro aparentemente se juntou aos 234 presos políticos que tem a Venezuela, segundo a ONG Foro Penal.

Outra brincadeira sobre o presidente saiu cara para uma família no mês passado, que foi desalojada de sua casa, dada pelo governo, depois de supostamente zombar do atentado de que Maduro se disse vítima, com drones explosivos, durante uma parada militar.

Limbania Ramírez, funcionária pública e integrante da família expulsa de casa, contou que, depois da explosão dos drones, havia compartilhado num grupo de WhatsApp dos vizinhos de seu prédio vários memes "zoando" o ocorrido.

Um dos memes caçoava dos militares que saíram correndo ao ouvir os estampidos, mostrando-os pulverizados por um inseticida.

Fonte/O GLOBO

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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