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» » » » Assassino de Kelly é condenado a 42 anos de prisão
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Imagem / Reprodução

O juiz criminal de Frutal Gustavo Moreira condenou a 42 anos e 11 meses de prisão Jonathan Pereira do Prado pelo assassinato da jovem Kelly Cadamuro, cometido em novembro de 2017. O crime ocorreu após a jovem dar carona a ele numa viagem de Rio Preto até Itapagipe (MG), combinada via WhatsApp. Em Frutal (MG), o homem estuprou e matou a jovem, para ficar com o carro da vítima.
Jonathan ainda deverá cumprir mais dois anos, 11 meses e sete dias em regime semiaberto. Como a decisão é de primeira instância, ainda cabe recurso. Ele está preso desde novembro na Penitenciária Estadual de Uberaba.
Jonathan cumpria pena por tráfico de drogas no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Rio Preto, mas foi beneficiado por saída temporária e, desde março de 2017, era fugitivo do sistema prisional. Com intenção de roubar um carro, Jonathan entrou em um grupo de caronas de Rio Preto a Itapagipe (MG). Tentou pedir carona a mais duas jovens, que recusaram, até conseguir convencer Kelly a levá-lo, com o argumento de que iria viajar acompanhado da namorada. No ponto combinado, ele chegou dizendo que tinha acabado de brigar e viajaria sozinho. No caminho, ele dominou a vítima com uma faca, forçando-a a parar à beira da estrada. Depois de estuprar a jovem, ele jogou o corpo em um córrego.
Na sentença, o juiz Gustavo Moreira reproduziu parte do inquérito policial, presidido pelo delegado Bruno Giovanini de Paula. Também fazem parte da sentença parte da reconstituição do crime feito pela polícia mineira.
O juiz condenou outros dois acusados de participação no crime por receptação. Wander Luis Cunha foi sentenciado a dois anos e seis meses de reclusão e a outros dois anos e oito meses no regime semiaberto; e Daniel Theodoro da Silva foi condenado a três anos, quatro meses e oito dias de regime semiaberto. Os dois receberam recentemente o direito a responder ao crime em liberdade provisória.
O advogado contratado pela família da vítima, Jorge Argemiro, ficou satisfeito com a sentença, que está dentro do que pedia, como assistente de acusação do Ministério Público. "Pedíamos que ele fosse condenado a pelo menos 40 anos de reclusão. A denúncia foi bem estruturada pelo Ministério Público e acatada pelo juiz. Que sirva de exemplo para todos", disse o advogado.
Outro lado
Advogado de defesa de Jonathan e de Wander, Márcio Ferrari afirma que pretende entrar com recurso contra a condenação dos dois clientes. "A reconstituição é incompleta, porque foi realizada em Frutal, quando a carona começou em Rio Preto. Não foram ouvidos um dos suspeitos e o ex-namorado da vítima e o laudo deu negativo para estupro, crime que meu cliente não cometeu".
Antes da condenação, o advogado havia entrado com pedido de transferência do acusado de Uberaba para uma penitenciária estadual de São Paulo. A solicitação ainda não foi atendida. Ferrari argumenta que seu cliente tem de retornar para o sistema prisional paulista, onde ainda precisa cumprir o resto de sua primeira pena.
Na região, ainda poderia estar mais próximo da família. O réu é casado e tem uma filha adolescente, que mora na zona norte de Rio Preto. A penitenciária em que Jonathan está detido fica a 268 km de distância da cidade. "Já informei o juiz no processo sobre este pedido, porque tem base legal. Mesmo ele sendo julgado no estado de Minas Gerais, ele tem o direito de cumprir a pena mais próximo da família, como forma de ajudá-lo em sua recuperação", argumenta o advogado de defesa.
Fonte / Diário Web 

Publicado por Jornal OProgresso

As matérias assinadas não expressão a opinião do jornal.
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