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» » » » Davos: Fórum começa com discurso de Bolsonaro
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Imagem / Reprodução

A cidade suíça de Davos se prepara para receber a 39ª edição do encontro anual do FEM (Fórum Econômico Mundial), que começa nesta 3ª feira (22.jan.2019). O presidente Jair Bolsonaro discursará na sessão plenária à tarde. O evento vai até 6ª (25.jan).
O FEM, com sede em Genebra, foi criado em 1971 pelo professor suíço Klaus Schwab. Apesar de não ser o único evento da organização, o Fórum de Davos serve como uma vitrine para governos, empresários e organizações trocarem experiências e atraírem o interesse de investidores internacionais.
Foram confirmadas as ausências de Donald Trump –que negocia a aprovação do orçamento do governo após 1 mês de shutdown, o maior da história há alguns dias–, do francês Emmanuel Macron –que enfrenta as constantes manifestações dos “coletes-amarelos”–, e da primeira-ministra Theresa May –envolta nas negociações para aprovar a saída britânica da União Europeia.
Por conta disso, a delegação brasileira –capitaneada pelo presidente Jair Bolsonaro, em seu 1º compromisso no exterior desde que tomou posse– deve ser a grande atração do evento. Ele será o 1º chefe de Estado a discursar na abertura do Fórum.
Com o tema “Globalização 4.0: Moldando uma Arquitetura Global na Era da 4ª Revolução Industrial”, a edição de 2019 do Fórum traz à mesa debates como o efeito das mudanças climáticas extremas no ciclo econômico mundial, as desigualdades sociais, a crise migratória na Venezuela e a preservação do meio ambiente –temáticas delicadas na agenda do chanceler Ernesto Araújo, 1 conhecido crítico da vertente globalista na abordagem diplomática.
Nesse sentido, a missão brasileira busca descaracterizar a imagem autoritária e isolacionista de Bolsonaro e apresentar o país como uma “democracia com economia vibrante do século 21”, de acordo com 1 membro da equipe de Guedes.
Em seu discurso, Bolsonaro deve transmitir segurança para investidores –com destaque para o agronegócio– e endurecer a posição do Brasil quanto à situação política e humanitária na Venezuela.
Na última 5ª feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que tem a intenção de reforçar a imagem do país como “uma democracia vibrante do século 21″.
Guedes representará a nova faceta de uma administração que prioriza privatizações, o enxugamento da máquina pública e a tão aguardada reforma da Previdência. O teor do discurso será similar ao realizado durante sua posse no cargo, no último dia 2.
O ministro também deve anunciar o aumento da fatia do comércio internacional (soma de importações e exportações) para 30% nos próximos 4 anos –atualmente a quantia representa 22% do PIB (Produto Interno Bruto) orgânico.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, deve destacar como a corrupção afeta os negócios. No rascunho do discurso do ex-juiz, consta  que “a corrupção alimenta a desconfiança não apenas em governos, mas também no mercado”.
A comitiva brasileira conta com mais outros 3 ministros: Ernesto Araújo (Relações Exteriores), general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência). Completam a delegação o deputado federal e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e assessor especial do Palácio do Planalto para assuntos internacionais, Filipe Martins.
O destaque tende a ser diferente dos últimos 2 anos, onde o país teve presença tímida em 2017 –que, sem a presença do ex-presidente Temer, foi representado pelo então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles– e em 2018, quando Temer foi ofuscado por escândalos de corrupção e a descrença com a aprovação das prometidas reformas administrativas.
Os temas foram, respectivamente,”Liderança Responsiva e Responsável” e ‘”Criando 1 Futuro Compartilhado em 1 Mundo Fraturado”.
Além de Bolsonaro, a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, o ministro de Finanças de Cingapura, Heng Swee Keat, e a sucessora de Angela Merkel na presidência do CDU (União Democrata-Cristã), Annegret Kramp-Karrenbauer, são as presenças mais aguardadas em Davos, de acordo com a Bloomberg.

Como será o Fórum em 2019

O evento deste ano será presidido pelo CEO da Microsoft, Satya Nadella, e outros 6 co-presidentes –dos quais 4 são mulheres. Pelo 3º ano seguido, alterações extremas no clima são a principal preocupação do Fórum, seguida pela falha na abordagem governamental para combater a questão, desastres naturais, ciberataques e roubo de dados.
guerra comercial entre China e EUA, a incerteza sobre o Brexit e a ascensão de governos populistas e anti-globalistas pelo mundo também devem figurar nas discussões.
Serão 15 agendas globais e 15 agendas regionais em discussão. As áreas incluem “Artes e Cultura”, “Economia Digital e Sociedade”, “Educação e Habilidades”, “Inteligência Artificial e Robótica”, entre outros.
Fonte / MSN Notícias

Publicado por o progresso

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